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Roteiros

Trinidad, minha cidade favorita em Cuba

É difícil dar esse veredito, mas posso dizer que Trinidad foi a cidade que eu mais gostei em Cuba, e eu já sabia que ia ser assim antes mesmo de ir.

Pense num lugar onde você encontra casinhas coloniais, ruas de pedra, em um ambiente bucólico quase rural, embalado pela salsa dos bares e, além de tudo isso, a 15 minutos de praias maravilhosas. É isso.

Passei dois dias na cidade e poderia facilmente ter ficado mais.

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Quando chegamos no terminal rodoviário da Viazul fomos prontamente assediados por pessoas oferecendo transporte, hospedagem e restaurantes. Já tínhamos a nossa hospedagem reservada na casa do Pupito e da Carmen, então seguimos adiante.

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Após conhecermos o simpático casal que seria o nosso anfitrião nesses três dias, fomos procurar um lugar para comer e acabamos optando pela Bodeguita del Medio, já que em Havana ela estava sempre lotada, seria uma boa oportunidade de conhecê-la. Pagamos cerca de 10 cucs pela refeição, que estava boa, mas nada de demais, mas valeu a pena para curtir a música ao vivo que estava rolando lá dentro.

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Passamos o resto do dia caminhando com calma pelas ruas da cidade, assistindo aquelas cenas típicas de domingo no interior, quando as pessoas deixam as portas das casas abertas, sentam na calçada, conversam com os vizinhos, as crianças brincam na rua e os cachorros ficam na janela tentando aliviar o calor.

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No domingo, topamos com uma feirinha de artesanato pelas ruas da cidade, com muitos artigos em madeira para vender (e muito assédio, por supuesto)

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À noite, Trinidad é mais incrível ainda,  você caminha pela cidade e vai escutando a música ao vivo dos restaurantes e barzinhos.

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Destaque para o Casa de la Musica, que fica em uma escadaria, rodeada por bares e restaurantes, lotada a noite inteira de turistas e locais dançando salsa, tomando um mojito na calçada, ou simplesmente usando o wi fi, já que esse é um dos pontos de rede da cidade.

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No dia seguinte, pegamos um taxi pela manhã para a Playa Ancón e já combinamos com o taxista um horário para o retorno, já que não sabíamos se ia ter taxi fácil na praia para voltar (e realmente não tinha).

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A Playa Ancón pode até não ter aqueles tons azuis esverdeados a la Caribe (apesar de estar, sim, virada para o mar do Caribe, ao contrário das praias do Cayo Santa María que eu mostrei aqui), mas tem um mar calmo e uma atmosfera bastante tranquila. Mesmo não estando hospedado em nenhum dos hotéis, é possível negociar para alugar um guarda-sol e usufruir do bar e do restaurante.

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É simplesmente perfeita para aliviar o calor de Trinidad durante o dia (à noite, não resta opção senão lidar com ele haha)

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Na beira da praia existem vários hotéis para quem quiser se hospedar pertinho da praia. Mas, sinceramente? Trinidad oferece tanta diversão à noite e fica tão pertinho que nem faz sentido se hospedar na praia.

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Voltamos para Trinidad por volta das 16h e aproveitamos que o sol havia dado uma trégua para terminar de ver a cidade.

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E, à noite, repetimos o mesmo roteiro do dia seguinte: jantar e ficar nas escadarias do Casa de la Musica admirando as pessoas que sabem dançar salsa (o que não era nosso caso).

Por motivos de preguiça optamos por jantar no restaurante que fica aos pés da escadaria, cujo nome eu já me esforcei para lembrar, mas não consegui (isso é que dá esperar 5 meses para escrever o post).

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Mas a localização é inconfundível, o menu era bem variado e tanto os drinks como a massa com frutos do mar estavam ótimos.

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A sensação do jantar foi essa torta de chocolate com coco, o chocolate é produzido em Baracoa, no Oriente do país, e é bem diferente do nosso. Nada melhor para se despedir da cidade que me tratou tão bem, né?

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