Roteiros

Parque Tayrona: como chegar

No post passado, eu contei um pouco da minha experiência no Parque Nacional Tayrona. Se você pretende incluí-lo no seu roteiro de viagem pela Colômbia, eis aqui algumas dicas práticas para chegar ao Parque:

A cidade mais próxima do Parque Nacional Tayrona é Santa Marta, no departamento de Magdalena. É possível chegar até lá vindo de ônibus (6h horas desde Cartagena) ou de avião. Várias companhias colombianas tem voos para o aeroporto Simón Bolívar, com destaque para a Viva Colombia, a low cost colombiana que tem preços bem acessíveis.

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Fizemos o trecho Bogotá/Santa Marta com a companhia e tivemos uma ótima experiência. É preciso apenas ficar atento para não ter gastos desnecessários com adicionais, como a impressão de cartão de embarque e despacho de bagagem (se você não quiser pagar adicional por mala despachada, é bom preparar uma mala/mochila de mão com menos de 6kg).

Chegando em Santa Marta, é possível ir para o Tayrona de várias formas. Uma opção é por via marítima, pegando um barco em Taganga, uma vila próxima de Santa Marta. No blog da Luisa Galiza tem um relato bem detalhado da ida de lancha para o Tayrona.

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Para aqueles que tem terror e pânico de lanchas e barquinhos –  como é o meu caso, existem ainda outras duas alternativas. A mais econômica é pegar uma van ou ônibus até o parque no terminal de ônibus de Santa Marta. E, caso você esteja no aeroporto, outra opção é pegar um taxi direto para a entrada do parque.

O Parque Tayrona possui várias entradas, nós optamos por entrar pela principal (El Zaino), que fica há 32 km de Santa Marta.

Ao chegar na portaria do Parque, é necessário efetuar o pagamento da entrada e assistir uma breve apresentação sobre orientações gerais de conduta por lá. A entrada custa atualmente $ 42.000,00 pesos colombianos para estrangeiros, cerca de R$ 42,00.

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Depois disso, é preciso pegar uma van até o último ponto onde é permitido o trânsito de carros. A partir desse ponto, a van ainda pode andar mais 1km até a recepção do Ecohab Tayrona. Para quem não vai se hospedar lá, é preciso seguir à pé ou à cavalo até o próximo Ecohab ou acampamento.

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Nosso destino era o Ecohab Tayrona, então a van nos levou até a recepção do hotel. Tivemos um pequeno momento de desespero, daqueles que são péssimos de se viver, mas sempre rendem boas histórias. No estacionamento onde a maioria dos visitantes desceram, foram descarregadas todas as bagagens, daí quando desembarcarmos.. tcharaaans! Cadê as mochilas?

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Lembro que no primeiro desembarque tentei ficar de olho nas nossas mochilas, mas dentro da van não tinha muita visibilidade, então, decidi não descer para não ser control freak demais e me dei mal. Na verdade, dramas à parte, o desespero durou apenas 5 minutos, pois assim que notaram que havia mochilas sobrando, elas foram levadas até o hotel.

Foram poucos minutos, mas suficientes para começar a pensar como passar dois dias no meio do mato sem troca de roupa, sem repelente e o mais importante: sem protetor solar. A pessoa vai até na padaria de protetor solar, imagina o tamanho do desespero de estar nos trópicos sem filtro? É claro que os documentos e dinheiro estavam conosco, senão o desespero seria ainda maior!

As opções da volta são as mesmas. No estacionamento dentro do parque, há opção de pegar uma van até el Zaino e, de lá, pegar um ônibus para Santa Marta. Ou, a opção mais prática é pegar um van direto para Santa Marta (cerca de 15 reais por pessoa).

No próximo post, eu conto mais sobre as opções de hospedagem para conhecer o parque, até lá 🙂

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